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quarta-feira, 24 de novembro de 2010

AS ENERGIAS ELEMENTAIS

Segue abaixo breve relato das energias elementais, sua atuação e manifestação, para o conhecimento de todos. o que aqui é descrito já não é mais segredo, pois é um mistério já revelado, e para muitos (conhecedores de mistérios) não é nem novidade. Mas para a maioria das pessoas, pode ser uma informação no mínimo interessante, e pode dar a quem se interessar, possibilidade novas para buscar o equilíbrio. Sirva-se. Help yourself.




Fogo

O fogo possui energias transmutadoras, trasnformadoras, renovadoras, consumidoras, purificadoras. É utilizado para proteção e defesa, iluminação, fortalecimento, criação, geração, firmação. Agrega-se a outras energias, fortalecendo-as, fluidificando-as, ou sendo fluidificado e fortalecido. É quente e seco. Irradia-se com facilidade a partir de comandos mentais. Sua forma irradiada é como uma raio, ou diversos pequenos raios que perseguem e atingem aquilo que foi determinado, purificando, transmutando, consumindo ou renovando o que quer que seja, tendo seu poder limitado pela força do operador. Manifesta-se através de velas brancas ou coloridas firmadas em símbolos e fogueiras.

Ar

É mais um meio de projeção do que uma força a ser projetada. É desagregador, renovador, transmissor, irradiador, processador. Pode ser utilizado para projetar outras energias, para transmitir ou receber mensagens, para mixar e fixar energias. É quente e úmido. Não se irradia com facilidade a partir de comandos mentais, mas trabalha os símbolos sagrados mixando-os ás energias que eles agregam. Manifesta-se em aromas, incensos, flores, óleos aromáticos. É preciso mixar-lo a energia do fogo, da água, vegetal ou outras para um melhor resultado. Bom para meditação e limpezas sutis.

Água

Possui energias curadoras, geradoras, renovadoras, criadoras, fortalecedoras, diluidoras, agregadoras, absorvedoras, transmissoras. É utilizada para limpeza energética por suas funções absorvedora e curadora. É fria e úmida. Mixada à energia do fogo aumenta seus poderes diluidor e renovador. Pode ser mixada a outras energias fortalecendo-as ou sendo fortalecida por elas, como essências vegetais, sais aromáticos ou ser utilizada na forma de chás. Manifesta-se em todo forma líquida, mas sua ação purificadora é mais bem aproveitada na natureza, onde sua energia está livre e limpa.

Terra

É geradora, transmutadora, renovadora, consumidora, restauradora. A energia terra, ao mesmo tempo em que gera, também consome. É também mais um meio do que uma força a ser irradiada. Gera a partir de si outras energias, renova em si algumas outras, e consome em si a todas. É a força do ciclo da vida, uma energia a ser usada com cautela. Bom para descarrego energético utilizando os símbolos traçados no solo. Pode ser solo arenoso, como nas praias.

Vegetal

Energia curadora por natureza. Irradia-se como um fluído espesso, onde é necessário misturá-la com a energia do fogo ou da água para melhor irradiação. Manifesta-se de várias formas no plano material, já que a variedade da vida vegetal neste plano é imensa, onde cada forma agrega um aspecto diferente desta energia. É fria e úmida. Manifesta-se em folhas, flores, frutas, raízes, em todo tipo de vegetal. Têm melhor energias os que são colhidos na natureza. As plantas “mágicas”, como arruda, pimenta, espada-de-São-Jorge e outras são verdadeiramente mágicas, pois têm energia mais fluídica.

Mineral

Energia agregadora. Manifesta-se nas diferentes formas minerais do plano físico, como pedras e metais. Ótima energia protetora, pois agrega facilmente a energia dos símbolos. É fria e seca. Por ser energia agregadora, é utilizada para trazer, irradiar positivamente, e proteger. Também podem desagregar, como no caso do sal, que desagrega as energias negativas e as absorve.

Cristalina

Energia sustentadora. Irradia-se naturalmente, sendo facultado ao operador apenas o direcionamento desta energia. Tem faculdades protetora, curadora, iluminadora, purificadora, absorvedora. Energia muito usada para manter-se limpo energeticamente, e para purificar outras energias. Força irradiante e absorvente. Dever ser usada com outras energias para fortalecer suas ações.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

A Luz Universal

A luz universal sempre esteve presente. Nos primórdios da humanidade era irradiada continuamente e bastava elevar o pensamento que essa luz maravilhosa entendia-se sobre todos. Com o passar do tempo, e a partir da ilusão criada para o engano da humanidade, de que estamos separados de Deus, essa luz deixou de ser recebida, pois perdemos a conexão com a divina essência. Alguns sacerdotes do passado puderam conectar-se a ela, mas esse conhecimento foi perdido com o passar dos anos.


No início do século XX, um padre japonês chamado Mikao Usui reconectou-se à Luz ao buscar o conhecimento do processo de cura usado por Jesus. O que ele encontrou foi a conexão com a Luz Divina, a Luz Universal, que era parte do próprio Jesus, sendo Ele a essência dessa Luz.

Esse conhecimento voltou à humanidade e tem sido difundido com o nome de Reiki (REI – universal; KI – energia vital). O reiki é a re-conexão com a Luz Universal e traz benefícios infinitos a quem é conectado, entre eles: equilíbrio mental, físico e emocional, aumento da capacidade de auto-cura do corpo, libertação de vícios, e a real chance de nos tornarmos doadores dessa Luz, pois o Reiki pode e deve ser doado, entregue, e podemos fazer isso para nossos familiares e amigos, ou atuar como terapeutas e/ou divulgadores dessa realidade.

Veja mais detalhes no e-book de minha autoria sobre a Luz Universal em http://www.myebook.com/index.php?option=ebook&id=57672

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Medicina Moderna e Tepapia Holística

Jesus curou apenas utilizando suas mãos. Claro, ele é um ser divino. Então porque ele disse que nós poderíamos fazer as mesmas coisas que ele fez?


As formas antigas de curar eram todas naturais: imposição de mãos, infusão de ervas, danças e cantos, defumação, etc. algumas perduram até hoje. Quem é que nunca usou uma receita da vovó que é “tiro e queda” pra alguma doença?

Os antigos curadores, principalmente aqueles conectados com a Luz Universal conseguiam resultados maravilhosos para a cura física e espiritual das pessoas, desta forma os médicos também eram os líderes religiosos de um povo, assim como os xamãs e pajés indígenas. Com o advento da inquisição, ser um conhecedor destas técnicas tornou-se crime, e muitos foram mortos apenas por serem “curandeiros”.

Hoje isto não acontece mais, existe uma grande diversidade religiosa e as pessoas aceitam com naturalidade as técnicas de cura alternativas que existem. E são muitas.

Claro que não é aconselhável que alguém deixe um tratamento alopático de uma doença séria para realizar aplicações de Reiki, ou acupuntura ou outra qualquer, mas com certeza essas técnicas vão tornar a vida do paciente muito melhor, diminuindo os efeitos colaterais e amplificando os efeitos curadores dos remédios.

As pessoas adquiriram o hábito de ingerir químicas alopáticas para toda e qualquer dor, o que acaba criando uma camuflagem para um problema que pode se tornar sério no futuro. Remédios para dor não curam nada, apenas “desligam” a dor, ocultando um mal que pode estar se desenvolvendo. As terapias holísticas tratam os problemas desde sua origem neutralizando-os nos campos emocional, mental, espiritual e consequentemente no físico, tornando possível a cura de muitos males tidos como incuráveis pela medicina moderna.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

A busca do ser humano pela luz interior

Sempre houveram histórias (desde que o ser humano aprendeu a falar) sobre heróis, sobre uma busca por algo que parece inatingível. Coisas como honra, dignidade, o bem maior, sempre povoaram os contos passados de boca em boca na antiguidade e também nos livros contemporâneos. A busca sempre fez parte do ser humano. E quem busca algo, é porque sente falta de algo. Vemos as histórias da Grécia antiga, a Odisséia por exemplo, onde a busca era pelo próprio lar do herói. Temos também o Genesis, onde o povo hebreu busca a terra prometida. E podemos lembrar de muitos outros. Sempre há também a figura central de um herói e de seu rival.




O que podemos concluir disso tudo? O ser humano na verdade sempre busca algo que preencherá seu vazio interior. E é sempre algo luminoso, um amor, um lar, uma riqueza que proporcionará prosperidade a todos, enfim, o ser humano busca sua luz.

Vamos colocar então o homem contemporâneo neste contexto: qual é a busca atual? O que queremos? E onde buscamos o que queremos?



Hoje, vemos pessoas buscando preencher seu vazio interior nos objetos materiais. Existe uma busca consumista quase que insana, onde as pessoas colhem mais frustrações do que glórias. E mesmo aqueles que conseguem adquirir os bens materiais que desejam continuam a buscar mais, por que os bens materiais servem apenas ao corpo material, e o vazio que temos é abstrato, está nos níveis da alma, do espírito, da psique (como queiram chamar).

Temos então o herói (o homem/mulher comum) e seu rival (seu próprio ego). Como é possível vencer essa batalha, se as forças do ego são muito superiores? Do seu lado temos a sociedade que nós mesmos criamos e que diz que “ter” é tão ou mais importante do que “ser”, temos os espelhos sociais, onde vemos outras pessoas portanto objetos que despertam nosso desejo, que demonstram status, conforto, posição, ascensão social, e que acabam se tornando necessárias, pois que todos concordamos que são necessárias.

Mas mesmo tendo todas essas coisas, ainda falta algo. Temos clássicos exemplos de pessoas abastadas que estão entregues aos mais variados vícios. E por que uma pessoa tem vícios? Porque lhe falta algo. O vício serve para preencher esse vazio interior.

Vemos então que este vazio acaba nos levando uma busca eterna que nos faz agir como um cachorro perseguindo o próprio rabo. É preciso encontrar o que vai realmente nos preencher, e encontramos esse algo na serventia. Quando servimos ao próximo e somos úteis, quando somos luz e iluminamos alguém, aí sim, nos sentimos completos, pois esta é a razão de toda a existência: SERVIR.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

A responsabilidade humana no final do ciclo presente

Profecias

Os maias previram, há 2000 anos, que o atual ciclo de vida na terra terminaria em 21/12/2012. Outros povos têm a mesma previsão, talvez não tão exata, mas coincidente com o ano.

Nostradamus previu o alinhamento do eixo terrestre há mais ou menos quinhentos anos atrás. Os cientistas disseram que os últimos terremotos moveram o eixo terrestre em alguns poucos graus, movendo-se para um alinhamento vertical.

Os egípcios, no tempo dos faraós descreveram o que foi chamado de precessão dos equinócios, que é a inversão da polaridade magnética da Terra, ou seja, o pólo sul vira norte e vice-versa. Recentemente foi veiculado na internet e no jornal Nature Geoscience, um estudo do cientista Nils Olsen, que diz que foram relatadas mudanças no núcleo terrestre que estão afetando o magnetismo do planeta, e que podem causar a inversão da polaridade terrestre.

Há ainda a versão de um cometa que passaria pela Terra, ou se chocaria com ela, causando imensa destruição. Essa teoria se confunde com aquela sobre um planeta que passaria pela Terra, chamado de vários nomes, como Hercólubus, planeta higienizador, planeta chupão (de Chico Xavier), novo corpo celeste ou o monstro (Nostradamus), que levaria embora um grande número de espíritos humanos. Há ainda descrições bíblicas neste sentido: a abominável desolação (Jesus), a abominação desoladora (profeta Daniel) a grande estrela ardente chamada Absintho (apocalipse). Os astrônomos já identificaram um astro que poderia colidir com a Terra, mas isso ainda não é motivo de alarme, pois a rota desse astro ainda não está totalmente definida. Os astrônomos também estão em busca de um planeta errante que parece estar se deslocando em nossa direção.

Coincidência ou não, o fato é que estamos vivendo tempos de ansiedade quanto ao destino do planeta, sem falar nas ameaças de guerras e aquecimento global. Estamos mesmo no fim de um ciclo planetário. O que marcará essa passagem é que está assustando tanta gente.



O caminhar da humanidade

Do surgimento do homo sapiens aos dias de hoje, evoluímos muito. Naqueles tempos havia disputas territoriais por causa dos recursos naturais de uma região. Bom, isso ainda existe. Bem, mas avançando um pouco no tempo, existiam festivais de comilança no tempo da Roma antiga, onde os nobres se empanturravam de comida enquanto seus servos serviam-se dos restos. Bem, existe um campeonato na China onde vence aquele que come mais macarrão. No Brasil desperdiça-se tanta comida, que se fosse exportada aumentaria significativamente nosso PIB, e se fosse doada aumentaria e muito nosso crédito com o Criador. Sem contar que as mesas dos nobres de hoje continuam fartas enquanto seus “servos” servem-se dos restos (América e Europa enviam alimento para a África). Bom, então isso também não mudou muito. Tinha também os gladiadores naquela época, onde a platéia delirava ao ver dois seres humanos se atracarem feito animais. É, hoje tem o UFC. Alexandre o Grande invadiu, pilhou e matou na Europa. Napoleão também. Hitler também. Bush também, só que no oriente médio. Sem falar de outras guerras. No passado, as mulheres eram estupradas e agredidas covardemente, as crianças eram abandonadas, maltratadas e mortas. Os homens se entregavam a vícios e à violência gratuita. Hoje, diminuiu o número de ocorrências, mas essas coisas ainda acontecem em larga escala. Mas hoje temos mais obras de caridade, mais humanismo, pessoas engajadas em trazer ao mundo paz e dignidade para todos. Pena que seu trabalho seja apagado pelas notícias desanimadoras como as citadas acima. O quanto será que realmente evoluímos?



Recrutamento

Estamos na iminência de algo que não pode ser previsto ou mesmo especulado. Existem teorias e mais teorias, mas nada é certo ou concreto, a não ser o fato de que algo está para acontecer, seja bom ou ruim.

Nestas horas, o ser humano é chamado ao serviço. Existe muito a fazer e poucos para fazerem. É nestas épocas que o plano astral realiza o que pode ser chamado de “recrutamento”. As pessoas estão perdidas, desorientadas, a fé abalada e confusa, as religiões muitas vezes não suprem o que os fiéis desejam ou precisam, existem dúvidas que não são sanadas, e o resultado disso tudo é um desequilíbrio maior do que aquele que já é parte do ser humano.

É hora de deixarmos de ser passivos espectadores diante da fé e passarmos a ser colaboradores e auxiliares de Deus. Não que ele necessite, mas por que Deus se manifesta na natureza e na ação dos homens. Podemos escolher entre receber ajuda ou sermos aqueles que ajudam o próximo. É o momento de repensar nossas vidas e decidir passar à ação. O plano superiores necessitam de pessoas, neste plano da vida, engajadas em curar, equilibrar e instruir seus semelhantes. Muitas técnicas de cura e diversos ensinamentos foram abertos ao plano material para que neste final de ciclo, houvesse oportunidade a todos que assim desejarem, de se tornar um pólo de luz irradiante em meio às trevas da confusão, do medo e da incerteza.



A separação do joio e do trigo

Nestes dias, muitas pessoas estão sendo levadas a fazer decisões que os colocam na posição de sua escolha. Vingar-se ou perdoar, agredir ou agradar, vício ou virtude, seguir em frente ou recuar. As provações estão mais duras, e é cada vez mais difícil ser alguém de bem, tamanha a facilidade em fazer o mal a um semelhante. Os pensamentos têm sido perseguidos por muito negativismo, angústia, medo, descrença, insegurança; as pessoas estão cada vez mais doentes da alma. Este é o momento da escolha: para que lado você vai? Ninguém mais pode ficar em cima do muro. É o momento da separação do joio e do trigo. Ou é luz ou é treva. As provações que enfrentamos vão trazer do fundo de cada um de nós nossa verdadeira essência através das escolhas que fizermos. Aquele que trouxer luz à sua vida poderá descobrir que existe luz em seu interior. Aquele que se manter afastado da luz poderá ter uma surpresa desagradável no final. É chegada a hora. Façam suas escolhas.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

O CONCEITO DE CAOS E ORDEM NO APRENDIZADO DE IDIOMAS

Tudo na criação é energia, já que tudo é feito de átomos, e o átomo nada mais é que uma cápsula de energia. O pensamento é também uma manifestação de energia, e a palavra é a condensação do pensamento na forma sonora.

Todo que se inicia na criação passa pelo que se pode chamar de processo do caos.

Veja a concepção humana: milhões de espermatozóides correm freneticamente para o óvulo. Depois que um deles o fecunda, começa um processo de divisão de células, que parece impossível que aquilo poderá se tornar um ser humano. Mas se torna. Porque do aparente caos, surgiu a ordem.

Com idiomas o processo é o mesmo. Quando não conhecemos o idioma, tudo parece ser um caos total. Nós não vemos a ordem que existe ali. Para que essa ordem seja estabelecida neste caos, é preciso conhecer os fatores que o compõem e como podem ser ordenados.

A exposição ao idioma, mais do que o estudo do idioma, dá ao observador a capacidade de compreender seu funcionamento, e assim, começar a desenvolver diálogos rapidamente. Uma vez que já se conhece o mecanismo do idioma, bastará agregar o vocabulário para que a fluência se desenvolva, utilizando para isso material didático de apoio.



QUAL É O PROCESSO PELO QUAL APRENDEMOS IDIOMAS?

A mente humana, ou melhor, o cérebro humano trabalha no automático, ou seja, você não precisa dar ordens ao seu cérebro. Ele executa suas funções sem sua intervenção. Mas você pode interferir em algumas destas funções. Por exemplo, aquela palavra que está na ponta da língua, mas que você não lembra por mais que se esforce. Depois, quando você não precisa mais dela, você se lembra. O que acontece é que as palavras estão na nossa memória permanente, e quando forçamos a mente para lembrar de alguma, estamos na verdade acessando a memória temporária, ou superficial, onde esta palavra não está mais. As palavras ficam nesta memória somente no momento em que a aprendemos, depois que a fixamos, ela fica na permanente. O que acontece é que nós tentamos executar uma tarefa que pertence ao cérebro.



DEIXE SEU CÉREBRO TRABALHAR POR VOCÊ

É função do cérebro coordenar, depurar, organizar, armazenar e processar toda informação recebida através dos sentidos. É um erro, portanto, tentar entender um outro idioma, ou memorizar o vocabulário. É preciso deixar que o cérebro faça seu trabalho.

Quantas pessoas você conhece que iniciaram e jamais terminaram diversos cursos de inglês? E ainda dizem “eu nunca vou aprender essa língua...”. Vai aprender quando deixar que cada um execute sua função. A função do ser (pessoa, consciência, espírito, ou como quer que se queira) é fazer as escolhas. A função do corpo é reagir a essas escolhas. O corpo cumpre sua função com perfeição. Já o ser... Nós queremos aprender no lugar do cérebro, queremos processar conscientemente toda informação recebida, queremos memorizar vocabulário, e eu faço a seguinte pergunta: COMO FOI QUE VOCÊ APRENDEU O PORTUGUÊS?

Todo ser humano aprende seu primeiro idioma sendo exposto a ele. Nós aprendemos a falar por que ouvimos as pessoas falando ao nosso redor. No princípio, aquele falatório é apenas ruído, barulho sem sentido algum. Com o tempo, começamos a distinguir os sons que se repetem. E passamos a repeti-los. O falatório já não é mais ruído, conseguimos distinguir os diferentes sons, percebemos que existem palavras, que são ligadas por “coisinhas” menores, que depois saberemos que são conjunções, preposições, artigos e etc. Esse reconhecimento do idioma é muito importante, pois sem isso, aprender a falar seria muito mais difícil. É o que acontece quando vamos aprender um segundo idioma. Não sabemos o que são palavras e o que são “coisinhas”. Tudo é ruído. E então teremos: verbos, pronomes, preposições, artigos, palavras; tudo junto, não como forma de comunicação, mas como elementos separados que devem ser aprendidos e a partir daí teremos que usá-los para formar uma frase. Quando erramos ouvimos: “neste caso, você usou um pronome relativo para indicar uma relação de posse. Está errado.” E dizemos “ah, ta, entendi.” E pensamos “no que foi que eu errei mesmo ??? ”

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Superando o sofrimento – a transmutação das trevas em luz

Sofrimento. Palavra que traz em si tudo o que expressa. E está presente na vida de todos os homens e mulheres que estão vivos ou que já passaram pela existência neste plano da vida. Uns sofrem mais, outros menos, mas não há um ser vivente que posse dizer: “nunca sofri nesta vida”.

A dor faz parte da vida na terra e é inerente a todos os seres vivos. O ser humano, por ser racional, traz um conjunto maior de dores, que são aquelas causadas pelas frustrações, desilusões, ciúme, inveja, e outros tantos sentimentos que só os seres racionais possuem. Os animais, que apresentam um pensamento primitivo e quase que totalmente instintivo, estão livres deste tipo de dor, pois não sentem inveja uns dos outros, conformam-se com suas próprias existências e suas dores. É... a evolução tem seu preço...

Mas qual a medida do sofrimento humano? Será que a dor que dói em mim, dói mais em mim do que em outros? Por que uns sofrem a mesma dor com mais intensidade do que outros?

O ser humano divide sua existência na terra em momentos de alegria e momentos de dor. Os momentos alegres são lembrados e festejados, os de dor lamentados. Mas é nos momentos de dor que sustentamos nossas vidas, pois estes momentos superam e ofuscam as lembranças felizes.

Quando alguém perde um ente querido, geralmente revive com mais intensidade o momento da perda do que todos os momentos que estiveram juntos e foram felizes. E quando recorda os bons momentos, é com o pesar da ausência que o faz, estendendo a dor da perda para as recordações que deviam ser prazerosas, ou seja, leva a dor para onde antes havia alegria.

O ser humano dá mais atenção e gasta mais tempo sofrendo do que se alegrando. Quando estamos alegres, muita gente se sente culpada porque “tem tanta gente que sofre, como eu posso me alegrar?”, e quando estamos tristes, ou algo nos desagrada, damos uma força tão grande a este sentimento que, se toda essa energia fosse empregada em realizações, em trabalho, seríamos capazes de mover montanhas.

Transmutar sofrimento em alegria não é possível, mas é possível utilizar a energia do sofrimento como impulso para realizações. A dor como alavanca para conquistas.

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terça-feira, 3 de agosto de 2010

RESGATE DO SAGRADO FEMININO

Acredito que nossa sociedade, digo sociedade humana, apesar de declarar-se uma sociedade patriarcal, pois é o homem quem dita as regras, é, na verdade, matriarcal. E dotada de hipocrisia e falsidade, declara-se patriarcal. É claro como água a que a responsabilidade social da mulher é muito maior que a do homem em nossa sociedade, independentemente da cultura. Mesmo nas culturas mais rígidas onde o papel da mulher se resume ao lar e aos filhos, é ela quem determina o caminho da próxima geração, pois é quem educa e ensina os filhos. É claro que ao fazer isso seguindo as determinações da sociedade “patriarcal” em que vive, a próxima geração será tão ignorante quanto a que a precede.

Nas nossa sociedade ocidental, que é mais flexível, mas ainda preserva traços preconceituosos e diminuidores em relação à mulher, podemos ver com mais clareza que quando a mulher é posta em seu verdadeiro lugar, as coisas fluem com mais leveza e têm resultado positivo. Explico melhor: “por trás de um grande homem sempre há uma grande mulher”.

Vamos deixar os termos “homem” e “mulher” de lado para não individualizar a coisa. O aspecto masculino da humanidade tem estado no comando do mundo há séculos, desde que as religiões patriarcais assim determinaram. Nas sociedades celtas, onde o domínio era matriarcal, tínhamos sociedades mais brandas e justas, e até mesmo a religião tinha como características básicas a liberdade e o amor. Vemos na própria natureza dos elementos que dita que o masculino é o elemento gerador e o feminino o elemento propiciador que o equilíbrio entre estes dois elementos é que faz com que as coisas aconteçam.

O elemento masculino é gerador (criador), expansivo e dinâmico, gera acontecimentos, transforma e movimenta. O elemento feminino é propiciador, agregador e estático.

O masculino vem para movimentar, transformar, mudar tudo, criar, é bélico por natureza, pois o que estiver na frente será destruído. O feminino propicia que tudo isso seja possível. Só é possível movimentar aquilo que está parado (estático); para criar ou fecundar é preciso um campo fértil; só se pode mudar o que permite ser mudado, e a permissividade é natural do feminino.

O masculino é presença, e assim sendo, nada mais comporta além de sua própria natureza. O feminino é ausência, e assim sendo, tudo comporta, tudo abarca, tudo aceita em si.

O masculino espalha, o feminino junta.

Desta forma vemos que as idéias pertencem ao masculino, e a organização ao feminino. Uma sociedade onde os homens têm as idéias e mulheres decidem o que fazer com elas e quais seriam usadas ou não, seria uma sociedade perfeita. Isto pode ser observado na natureza também. O fogo, por menos intenso que seja, queima. O vento, por mais fraco que seja, causa movimento. A água, sempre refresca e dá vida. A terra sempre dá o alimento.

Vemos isso também nas criações humanas. Vamos verificar duas das maiores criações da humanidade: a televisão e o automóvel. O elemento masculino no caso da televisão é a estação, que é quem cria e transmite o sinal. A programação da TV depende do que o telespectador quer assistir, então é o aparelho de TV que dita o que vai receber. E é claro, só existe a estação porque existe o aparelho.

O elemento masculino no caso do automóvel é o conjunto motor-câmbio, que gera o movimento e determina a potência. O feminino é o conjunto pneus-rodas, que propiciam que haja o movimento. Se você tirar o motor-câmbio do carro, ele ainda é capaz de se movimentar. Agora, se você tirar as rodas...